Painel Equador
Informe OPSA:







 

Argentina

Argentina

Argentina: Bertone vence segundo turno em Tierra del Fuego.
Bolívia

Bolívia

Bolivia: Morales promulga lei de conciliação e arbitragem e empresários prometem investimentos.
Brasil

Brasil

Brasil: Dilma faz primeira visita aos EUA após crise da espionagem.
Chile

Chile

Chile: Eyzaguirre é o novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Colômbia

Colômbia

Colômbia: Santos recebe primeiro-ministro francês.
Equador

Equador

Equador: Manifestações contra políticas do governo continuam no país.
Paraguai

Paraguai

Paraguai: Campesinos voltam a ocupar terras em Curuguaty.
Peru

Peru

Peru: Primeiro Gabinete Binacional termina com apoio à causa marítima boliviana.
Uruguai

Uruguai

Uruguai: Mobilizações relembram os 42 anos do golpe militar.
Venezuela

Venezuela

Venezuela: Eleições parlamentares são marcadas para o dia 6 de dezembro.
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Equador: Manifestações contra políticas do governo continuam no país.

 

26/06 - Mesmo após a retirada temporária de leis polêmicas da Assembleia Legislativa, protestos de rua continuam ocorrendo no Equador. Com o fito de ampliar o debate sobre a lei de Redistribuição da Riqueza (herança) e a reforma ao imposto sobre ganhos de capital, Rafael Correa, na última semana, retirou esses projetos de lei da Assembleia Legislativa. A ideia inicial era promover um ambiente de paz e de diálogo mútuo. Essa semana, todavia, foi marcada por diversas manifestações. As demandas, dessa vez, ganharam caráter mais amplo, entre as principais pautas levantadas nos protestos, pode-se citar: a lei de heranças, a reforma ao imposto sobre ganhos de capital e outras reformas, a Lei Orgânica do Regime Especial da Província de Galápagos, as diversas emendas que estão tramitando na Assembleia, o projeto de lei de terras rurais e territórios ancestrais e a lei que organiza de recursos hídricos. Uma das maiores manifestações da semana ocorreu em Guayaquil e foi puxada por Jaime Nebot, prefeito da cidade citada e um dos principais líderes da oposição. Para Correa, essas manifestações tem um caráter meramente conspiratório e visam desestabilizar o governo.